Faz um milagre em mim pps



FAZ UM MILAGRE EM MIM

Regis Danese

Como Zaqueu eu quero subir
O mais alto que eu puder.
Só pra Te ver, olhar para Ti
E chamar Sua atenção para mim.

Eu preciso de Ti Senhor.
Eu preciso de Ti, oh Pai.
Sou pequeno demais,
Me dá a Tua paz
Largo tudo pra Te seguir.

Entra na minha casa,
Entra na minha vida.
Mexe com minha estrutura
Sara todas as feridas.
Me ensina a ter santidade.
Quero amar somente à Ti.
Porque o Senhor é o meu bem maior
Faz o milagre em mim.

Para fazer o download da apresentação em powerpoint clique aqui

A CEIFA

Jeremias 33

OURO FIRE ASSAY



Fire-assay é uma antiga forma de análise química quantitativa na qual os metais são separados e determinados com auxílio de aquecimento e reagentes químicos. Até o presente momento esta técnica é principalmente usada para pré-concentrar os metais nobres dos minérios e produtos metalúrgicos. O objetivo é formar um material fundido com duas fases: uma escória líquida complexa de borossilicato e uma fase líquida de chumbo de tamanho controlado. O alto grau de solubilidade dos metais nobres no chumbo metálico fundido e a grande diferença de peso específico entre o chumbo e a escória permite a separação dos metais nobres da escória na forma de ligas de chumbo.

A subsequente remoção do chumbo na forma de óxido de chumbo é feita num recipiente poroso conhecido como copela, através de uma fusão oxidante cuidadosamente controlada que separa o chumbo dos outros metais nobres.

A vantagem do uso das técnicas do fire-assay para a determinação de metais nobres é a capacidade de usar uma amostra de minério relativamente grande da qual se concentra estes metais, bem como, se eliminam virtualmente todas as gangas minerais associadas. Isto é efetuado empregando-se reagentes secos em proporções adequadas ao minério pulverizado de modo que a mistura fundir-se-á a uma temperatura facilmente alcançada.

Os reagentes geralmente usados em combinação com a amostra são: carbonato de sódio (Na2CO3), litargírio (PbO), sílica (SiO2), vidro-bórax (Na2B4O7) e fluoreto de cálcio (CaF2), juntamente com farinha de trigo doméstica ou fubá de milho como um agente redutor e nitrato de potássio (KNO3) como um agente oxidante.

Estes reagentes combinados são denominados fluxo e o fluxo mais a amostra constituem a carga.

A origem do fire-assay pode ser estabelecida a partir dos achados em Troy II (cerca de 2600 a.C.) e nos tabletes da Cappadocian - 2250-1950 a.C.).

O processo de copelação e portanto o fire-assay, foi inventado na Ásia Menor na primeira metade do terceiro milênio a.C..

Referências bíblicas para o uso das técnicas do fire-assay podem ser atribuídas a Moisés: "Somente o ouro, a prata, o bronze, o ferro, o estanho e o chumbo e todo aquele que pode residir no fogo, vós o fareis ir através do fogo, e ele tornar-se-á limpo" (Números, 31:22-23).

Este método de análise de ouro e prata em minérios pode ser considerado como o mais tradicional e o mais confiável até o presente. Apesar de vários outros métodos terem sido desenvolvidos, o método por copelação ainda mantém o status de "padrão dos padrões".

O ouro é um dos elementos mais difíceis de ser dosado por apresentar características tais como:

* concentrações extremamente baixas, porém importantes sob o ponto de vista econômico;

* não se distribui uniformemente no corpo do minério e tende a concentrar-se em partículas individualizadas;

* uma vez liberado tende a agregar-se facilmente, por apresentar um peso específico muito contrastante em relação aos demais minerais ou fragmentos de rocha.

Qualquer elemento apresenta características próprias que influenciarão de algum modo na definição dos critérios de planejamento e execução da amostragem, análise e das conclusões obtidas na fase de interpretação dos resultados.

O ouro apresenta peculiaridades tão marcantes que os parâmetros de planejamento da amostragem e análise geoquímica fogem totalmente aos padrões normais aplicáveis aos outros metais.

As características do ouro que mais influenciam nos programas geoquímicos são:

* ocorre sob a forma nativa, individualizado em partículas, tanto em minérios primários como secundários;

* ocorre em teores relativamente baixos, mesmo nas mineralizações econômicas;

* apresenta elevada resistência física e química ao intemperismo;

* possui elevado peso específico (19,3);


ACORDO ORTOGRÁFICO

LEIA TODA A BÍBLIA EM 3 MESES




Lendo a Bíblia saberemos o que Deus prepara para nós, o que Ele espera de nós. Ela é consolo e refúgio.
Antes de começar a leitura, ore e peça ao Espírito Santo luz para o entendimento e depois agradeça pela direção dada.
Clique na imagem para ampliar.


A PORTA DOURADA


A PORTA DOURADA

Quem não visitou Jerusalém e não viu a “Porta dourada” cravada na muralha que rodeia a cidade velha? A melhor visão das portas gêmeas se tem quando estamos no Jardim Getsêmani, no Monte das Oliveiras, olhando para o Monte do Templo. Lá está a Porta Oriental ou também chamada na Bíblia de Porta do Vale. O termo “dourado” é devido ao vão da porta ter sido fechado com o mesmo tipo de pedra da muralha, que por sua coloração amarelada, reflete com intensidade os raios do sol nascente, uma vez que ela se localiza no lado oriental, ou seja, frente ao leste.

De acordo com a Bíblia, Yeshua, atravessará o Vale do Cedron e entrará no Monte do Templo através desta Porta Oriental como Ele fez há dois mil anos atrás. Esta porta conduzia naquela época direto ao pátio do Santuário e, posteriormente, ao Santíssimo lugar, o conhecido “Santos dos Santos”, onde somente o sumo sacerdote entrava uma vez por ano. O profeta Ezequiel proclamou que o Messias prometido entraria pela Porta Oriental, acessando o Templo (terceiro) que em breve será reconstruído (Ez 43:1-5).

O Profeta havia dito também que a Porta Oriental seria selada (fechada) no futuro, preservando-a para a gloriosa e triunfal entrada do Messias (Ez 44:1-2). Mas, há 2000 anos, um estudioso muçulmano foi ciente desta profecia bíblica quanto à vinda do Messias judeu à Jerusalém, de onde Ele reinaria sobre as nações. No sentido de evitar este cumprimento profético ele selou esta porta. Ironicamente, selando ele esta porta, mal sabia que estaria naquele momento, facilitando na íntegra o cumprimento desta profecia, pois o Messias Yeshua retornará pelo mesmo lugar onde passou outrora, pela Porta Dourada.

Tempos mais tarde, outros muçulmanos fizeram um cemitério em frente à Porta Oriental, pois eles sabem da “mitzvot” (mandamento judaico) que um sacerdote não pode passar por cima de um lugar onde esteja enterrado algum morto, pois de acordo com a Tora ( Num 19:16) tal atitude tornaria o sacerdote impuro. E o Messias, sumo sacerdote judeu, não atreveria descumprir esta lei. E agora ?

Mas, muito curioso é que, a Bíblia nos revela também que uma fenda se abrirá no Vale de Cedron entre os Montes do Templo e da Oliveira, quando o Messias por ali regressar ( Zc 14:4). Seria esta fenda a maneira gloriosa de remover estes túmulos muçulmanos e abrir definitivamente a Porta Dourada? Veremos !

Sabemos que por duas vezes tentaram abrir esta porta, mas não conseguiram. Como profetizado, as portas permanecerão fechadas até o dia no qual o Messias passará por ela e adentrar ao Templo de onde reinará com seus vencedores (os crentes) por 1000 anos.

Na ansiedade desta vinda gloriosa do Messias, os judeus messiânicos de Belo Horizonte construíram um muro à frente da Sinagoga , fazendo alusão a esta Porta Oriental, pois a cada celebração do Shabat (Sábado), eles, profeticamente, abrem as “portas gêmeas”, dizendo:

”... Vem Senhor Messias Yeshua ( Maran ata Mashiach Yeshua )! Reinará para sempre o Senhor, Ó Sião, em todas as gerações! Louvai ao Eterno! Aleluia! Yimloch Adonai leolam, Tzion, ledor vador, haleluia!"

Fonte: Rede Sepal
http://www.lideranca.org/cgi-bin/index.cgi?action=forum&board=atualidades&op=display&num=616

O ÚLTIMO SERMÃO

O Último Sermão

Em 24 de agosto de 1662, dois mil ministros puritanos do evangelho foram excluídos de seus púlpitos, tendo recebido a ordem de não mais pregarem em público. O Ato de Uniformidade, baixado pelo parlamento inglês, conhecido pelos evangélicos como a Grande Ejeção, pairava por sobre a Inglaterra como uma nuvem espessa. Muitos líderes eclesiásticos da Igreja Anglicana, a religião oficial, estavam forçando os puritanos a cessarem suas prédicas ou a se moldarem à adoração litúrgica decretada por lei. Muitos ministros preferiam o silêncio à transigência.


Com olhos marejados de lágrimas, milhares de cristãos humildes ouviram seu último sermão no domingo imediatamente anterior à data em que o Ato se tornaria lei. E, naquele último domingo de liberdade, os ministros puritanos provavelmente pregaram os seus melhores sermões.

O sermão a seguir, de modo um tanto abreviado, foi pregado por Thomas Watson a seu pequeno rebanho.


Antes que eu me vá, devo oferecer alguns conselhos e orientações para vossas almas. Eis as vinte instruções que tenho a dar a cada um de vós, para as quais desejo a mais especial atenção:


1) Antes de tudo, observa tuas horas constantes de oração a Deus, diariamente. O homem piedoso é homem “separado” (Sl 4.3), não apenas porque Deus o separou por eleição, mas também porque ele mesmo se separa por devoção. Inicia o dia com Deus, visita-O pela manhã, antes de fazeres qualquer outra coisa. Lê as Escrituras, pois elas são, ao mesmo tempo, um espelho que mostra as tuas manchas e um lavatório onde podes branquear essas máculas. Adentra ao céu diariamente, em oração.


2) Coleciona bons livros em casa. Os livros de qualidade são como fontes que contêm a água da vida, com a qual poderás refrigerar-te. Quando descobrires um arrepio de frio em tua alma, lê esses livros, onde poderás ficar familiarizado com aquelas verdades que aquecem e afetam o coração.


3) Tem cuidado com as más companhias. Evita qualquer familiaridade desnecessária com os pecadores. Ninguém pode apanhar a saúde de outrem; mas pode-se apanhar doenças. E a doença do pecado é altamente transmissível. Visto não podermos melhorar os outros, ao menos tenhamos o cuidado de que eles não nos façam piores. Está escrito acerca do povo de Israel que “se mesclaram com as nações e lhes aprenderam as obras” (Sl 106.35). As más companhias são as redes de arrastão do diabo, com as quais arrasta milhões de pessoas para o inferno. Quantas famílias e quantas almas têm sido arruinadas pelas más companhias!


4) Cuidado com o que ouves. Existem certas pessoas que, com seus modos sutis, aprendem a arte de misturar o erro com a verdade e de oferecer veneno em uma taça de ouro. Nosso Salvador, Jesus Cristo, aconselhou-nos: “Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores” (Mt 7.15). Sê como aqueles bereanos que examinavam as Escrituras, para verificar se, de fato, as coisas eram como lhes foram anunciadas (At 17.11). Aos crentes é mister um ouvido discernidor e uma língua crítica, que possam distinguir entre a verdade e o erro e ver a diferença entre o banquete oferecido por Deus e o guisado colocado à sua frente pelo diabo.


5) Segue a sinceridade. Sê o que pareces ser. Não sejas como os remadores, que olham para um lado e remam para outro. Não olhes para o céu, com tua profissão de fé, para, então, remar em direção ao inferno, com tuas práticas. Não finjas ter o amor de Deus, ao mesmo tempo que amas o pecado. A piedade fingida é uma dupla iniqüidade. Que teu coração seja reto perante Deus. Quanto mais simples é o diamante, tanto mais precioso ele é; e quanto mais puro é o coração, maior é o valor que Deus dá à sua jóia. O salmista disse sobre Deus: “Eis que te comprazes na verdade no íntimo” (Sl 51.6).


6) Nunca te esqueças da prática do auto-exame. Estabelece um tribunal em tua própria alma. Tem receio tanto de uma santidade mascarada quanto de ires para um céu pintado. Julgas-te bom porque outros assim pensam de ti? Permite que a Palavra seja um ímã com o qual provarás o teu coração. Deixa que a Palavra seja um espelho, diante do qual poderás julgar a aparência de tua alma. Por falta de autocrítica, muitos vivem conhecidos pelos outros, mas morrem desconhecidos por si mesmos. “De noite indago o meu íntimo”, disse o salmista (Sl 77.6).

7) Mantém vigilância quanto à tua vida espiritual. O coração é um instrumento sutil, que gosta de sorver a vaidade; e, se não usarmos de cautela, atrai-nos, como uma isca, para o pecado. O crente precisa estar constantemente alerta. Nosso coração se assemelha a uma “pessoa suspeita”. Fica de olho nele, observa o teu coração continuamente, pois é um traidor em teu próprio peito. Todos os dias deves montar guarda e vigiar. Se dormires, aí está a oportunidade para as tentações diabólicas.


8 ) O povo de Deus deve reunir-se com freqüência. As pombas de Cristo devem andar unidas. Assim, um crente ajudará a aquecer ao outro. Um conselho pode efetuar tanto bem quanto uma pregação. “Então, os que temiam ao SENHOR falavam uns aos outros” (Ml 3.16). Quando um crente profere a palavra certa no tempo oportuno, derrama sobre o outro o óleo santo que faz brilhar com maior fulgor a lâmpada do mais fraco. Os biólogos já notaram que há certa simpatia entre as plantas. Algumas produzem melhor quando crescem perto de outras plantas. Semelhantemente, esta é a verdade no terreno espiritual. Os santos são como árvores de santidade. Medram melhor na piedade quando crescem juntos.


9) Que o teu coração seja elevado acima do mundo. “Pensai nas coisas lá do alto” (Cl 3.2). Podemos ver o reflexo da lua na superfície da água, mas ela mesma está acima, no firmamento. Assim também, ainda que o crente ande aqui em baixo, o seu coração deve estar fixado nas glórias do alto. Aqueles cujos corações se elevam acima das coisas deste mundo não ficam aprisionados com os vexames e desassossegos que outros experimentam, mas, antes, vivem plenos de alegria e de contentamento.


10) Consola-te com as promessas de Deus. As promessas são grandes suportes para a fé, que vive nas promessas do mesmo modo que o peixe que vive na água. As promessas de Deus são quais balsas flutuantes que nos impedem de afundar, quando entramos nas águas da aflição.


11) Não sejas ocioso, mas trabalha para ganhar o teu sustento. Estou certo de que o mesmo Deus que disse: “Lembra-te do dia de sábado, para o santificar”, também disse: “Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra”. Deus jamais apoiou qualquer ociosidade. Paulo observou: “Estamos informados de que, entre vós, há pessoas que andam desordenadamente, não trabalhando; antes, se intrometem na vida alheia. A elas, porém, determinamos e exortamos, no Senhor Jesus Cristo, que, trabalhando tranqüilamente, comam o seu próprio pão” (2 Ts 3.11-12).


12) Ajunta a primeira tábua da Lei à segunda, isto é, piedade para com Deus e eqüidade para com o próximo. O apóstolo Paulo reúne essas duas idéias, em um só versículo: “Vivamos, no presente século… justa e piedosamente” (Tt 2.12). A justiça se refere à moralidade; a piedade diz respeito à santidade. Alguns simulam ter fé, mas não têm obras; outros têm obras, mas não têm fé. Alguns se consideram zelosos de Deus, mas não são justos em seus tratos; outros são justos no que fazem, mas não têm a menor fagulha de zelo para com Deus.


13) Em teu andar perante os outros, une a inocência à prudência. “Sede, portanto, prudentes como as serpentes e símplices como as pombas” (Mt 10.16). Devemos incluir a inocência em nossa sabedoria, pois doutro modo tal sabedoria não passará de astúcia; e precisamos incluir sabedoria em nossa inocência, pois do contrário nossa inocência será apenas fraqueza. Convém que sejamos tão inofensivos como as pombas, para que não causemos danos aos outros, e que tenhamos a prudência das serpentes, a fim de que os outros não abusem de nós nem nos manipulem.


14) Tenha mais medo do pecado que dos sofrimentos. Sob o sofrimento, a alma pode manter-se tranqüila. Porém, quando um homem peca voluntariamente, perde toda a sua paz. Aquele que comete um pecado para evitar o sofrimento, assemelha-se ao indivíduo que permite sua cabeça ser ferida, para evitar danos ao seu escudo e capacete.


15) Foge da idolatria. “Filhinhos, guardai-vos dos ídolos” (1 Jo 5.21). A idolatria consiste numa imagem de ciúme que provoca a Deus. Guarda-te dos ídolos e tem cuidado com as superstições.


16) Não desprezes a piedade por estar sendo ela perseguida. Homens ímpios, quando instigados por Satanás, vituperam, maliciosamente, o caminho de Deus. A santidade é uma qualidade bela e gloriosa. Chegará o tempo quando os iníquos desejarão ver algo dessa santidade que agora desprezam, mas estarão tão removidos dela como agora estão longe de desejá-la.


17) Não dá valor ao pecado por estar atualmente na moda. Não julga o pecado como coisa apreciável, só porque a maioria segue tal caminho. Pensamos bem sobre uma praga, só porque ela se torna tão generalizada e atinge a tantos? “E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as” (Ef 5.11).


18) No que diz respeito à vida cristã, serve a Deus com todas as tuas forças. Deveríamos fazer por nosso Deus tudo quanto está no nosso alcance. Deveríamos servi-Lo com toda a nossa energia, posto que a sepultura está tão perto, e ali ninguém ora nem se arrepende. Nosso tempo é curto demais, pelo que também o nosso zelo de Deus deveria ser intenso. “Sede fervorosos de espírito, servindo ao Senhor” (Rm 12.11).


19) Faze aos outros todo o bem que puderes, enquanto tiveres vida. Labuta por ser útil às almas de teus semelhantes e por suprir as necessidades alheias. Jesus Cristo foi uma bênção pública no mundo. Ele saiu a fazer o bem. Muitos vivem de modo tão infrutífero, que, na verdade, suas vidas dificilmente são dignas de uma oração, como também seu falecimento quase não merece uma lágrima.


20) Medita todos os dias sobre a eternidade. Pois talvez seja questão de poucos dias ou de poucas horas - haveremos de embarcar através do oceano da eternidade. A eternidade é uma condição de desgraça eterna ou de felicidade eterna. A cada dia, passa algum tempo a refletir a respeito da eternidade. Os pensamentos profundos sobre a eterna condição da alma deveriam servir de meio capaz de promover a santidade. Em conclusão, não devemos superestimar os confortos deste mundo. As conveniências do mundo são muito agradáveis, mas também são passageiras e logo se dissipam. A idéia da eternidade deve ser o bastante para impedir-nos de ficar tristes em face das cruzes e sofrimentos neste mundo. A aflição pode ser prolongada, mas não eterna. Nossos sofrimentos neste mundo não podem ser comparados com nosso eterno peso de glória. Considerai o que vos tenho dito, e o Senhor vos dará entendimento acerca de tudo.